figuras do meu trabalho (parte 1)

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As pessoas do meu trabalho são demais. Super talentosos, além de serem hiper jovens. Tem um diretor de arte, que é a maior figura. O cara não frequentou facul, e fica fazendo a maior apologia ao auto-didatismo… tem que rir, ele costuma dizer, que “aprendeu nas ruas”, e um dia eu não aguentei, mandei em seguida “tu é do hip hop? Trampa graffiti?”. Eu posso com isso?

Mas o cara não para por aí: dança funk na sala, desenvolve(o cara não cria, ele desenvolve mesmo) chavões “sem sofrimento…nenhum!”, mexe com as pessoas na rua, interage com tudo e todos ao seu redor, força o lançamento de promoções no Bob’s, o cara é imprevisível!!!!!

Aos poucos eu coloco coisas dessa figura, inté! E das restantes
😉

 

Depois de 1 mês…

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Realmente, eu não sabia em eu estava me metendo. Mas depois de um mês, já posso tirar algumas conclusões. O meio da publicidade, como muitos já escutaram falar, é muito, muito traiçoeiro. Ainda bem que eu vim parar na Rapp.

Aqui, eu escuto de lendas a fatos verídicos, sobre o que rola nas outras agências. E confesso que não são estórias agradáveis. Vejo como profissionais estudaram a vida toda, para em nome de um sonho, ou mesmo por uma boa colocação no mercado, para transformarem a sua vida em uma prisão.

No meio publicitário, é muito comum, ficar viciado em trabalho. Infelizmente eu já senti os primeiros sintomas. A minha vantagem, é que a minha história de vida, meio que me imuniza, me protege desse mal. Já penso em como gastar o meu dinheiro(não que eu o tenha para gastar, hehe), mas eu prezo pela minha qualidade de vida, e isso me dá uma vantagem no jogo do dia-a-dia.

Bom, esse post meia boca, foi mais para esquentar os tamborins, nos outros eu posto com mais calma.